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Acompanhar toda proporção que a IV Edição do Festival Quebramar tomou é algo que nos deixa extremamente orgulhosos. Sentir a vibração, o encantamento do público e fãs cantando as músicas de seu artista favorito, a aceitação para novos sons e ritmos por parte do mesmo é algo que nos enche de satisfação e nos dá cada vez mais certeza que estamos no caminho certo.
O Quebramar foi um intercâmbio de conhecimento, criatividade, relações e com o esforço, dedicação a recompensa foi ainda maior. E por meio desta carta, o Coletivo Palafita agradece a todos que fizeram parte deste grande festival, que já se tornou referência dentro do cenário musical brasileiro graças ao empenho de todos.
Com apresentação do Ministério da Cultura, Petrobras através do Programa Petrobras Cultural com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Roaunet) e Governo do Estado do Amapá conseguimos marcar o Festival Quebramar como o maior festival de artes integradas do Amapá.
Muito obrigado a você que acreditou e investiu no Quebramar, e que fez com que tudo se concretizasse.
Atenciosamente,
Coletivo Palafita
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A partir do dia 6 de dezembro, Macapá respirou cultura, música, teatro, fotografia, arte, etc. Tudo proporcionado pela 4 edição do Festival Quebramar 2011, realizado pelo Coletivo Palafita, que este ano foi apresentado pelo Ministério da Cultura, Petrobras e Governo do Estado do Amapá. O blog Eu sou do Norte, que é um meio de comunicação alternativo, esteve em quase todos os dias de oficinas, debates e show's, fazendo cobertura colaborativa e trocando ideias.
Eventos como este, reunem muitas cabeças pensantes, o que sempre é válido quando se trata de cultura. No dia da abertura oficial, que aconteceu no dia 6 de dezembro no Centro de Convenções Azevedo Picanço, o debate sobre "Políticas Públicas para a Cultura e o Custo Amazônico", foi o "ação!" para mais cinco dias de muito compartilhamento e conhecimento.
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PEPEU GOMES

Vamos ao prato principal! Foram três noites excelentes, que cresceram a cada acorde tocado, a cada riff e a cada sorriso no rosto do público que compareceu de forma massiva ao IV Festival Quebramar 2011. Mas não precisa ficar triste antes do fim, primeiro vamos ao grande show da noite: Pepeu Gomes e o seu Rock temperado e tipicamente Baiano.
O público já está devidamente amaciado e preparadíssimo para o show do cara, que mantem a energia em alta com os acordes de sua guitarra mágica. E é hit atrás de hit pra levantar qualquer pé do chão e deixar o gostinho de quero mais para o ano que vem. Todo mundo grita em coro e o Quebramar 2011 não poderia ter sido mais perfeito!
Texto: Raoni Holanda
TEATRO MÁGICO
Se dependesse apenas do público, a galera do Teatro Mágico já teria entrado no palco com a noite ganha. Mas felizmente os caras sabem exatamente que cordinhas puxar, como bons titereiros de circo que são, e exibem um hit atrás do outro para fazer valer a animação do público macapaense. E ela não é pouca! Com os rostos pintados ao melhor estilo mambembe, o público pula, dança, grita e se diverte a cada acorde que a galera do circo traz ao palco do IV Festival Quebramar.
A escolha não poderia ser mais acertada e a mágica tomou conta de toda a praça Beira-Rio, aos olhos da lua brilhante e com o leve bater do Rio Amazonas ao fundo. Poesia, romance e teatro fazem o mix perfeito pra levantar todas as mãos e rachar até mesmo os corações mais frios na noite que encerra o Quebramar 2011. Estamos preparados pra dizer "até logo!" agora! valeu Teatro Mágico!!!
Texto: Raoni Holanda
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A grande atração da noite entrou no palco aproximadamente às 00:30h e não deixou ninguém parado com o seu brutal thrash/death metal. Existente desde 1990, o quarteto paulista levou canções do atual álbum “AEquelibrium” e as já consideradas clássicas como “A Soul in Hell” e “Pandemonium”. Pela primeira vez no Amapá o grupo levou o impacto que causa com suas canções, provando que o metal é um estilo que atravessa gerações e consegue consolidar o seu estilo.
Texto: Jéssica Alves
MARTTYRIUM

A banda Marttyrium possui o respeito e a capacidade para tocar em qualquer lugar e animar qualquer roda de pogo. É um fato! E não é apenas a habilidade técnica que torna a banda excelente. A grande variedade de hits que a banda exibe durante o show, aliados aos refrões grudentos e facilmente “lembráveis” são, talvez, a principal característica exibida pela banda.
Eles são o prato de entrada ideal para a último show da noite e conseguiram esquentar o público o suficiente para deixar todo mundo com os pescoços doendo. E essa é só uma noite comum para a banda Marttyrium, eu garanto.
Texto: Raoni Holanda
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leia aqui a resenha das outras bandas
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BARADELIA no 4º Dia do Festival Quebramar |
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Baradelia na área, e o som suingado e carismático da banda de Porto Velho (RO) faz o público macapaense, sedento por novidades, armar a roda e dançar como se estivesse em uma típica roda de marabaixo.
E as referências a música negra não é nenhuma mera coincidência. A banda veste a camisa e deixa claro que o seu som dançante exala influências do reggae jamaicano e do batuque africano. E a roda está feita e só aumenta!
Texto: Raoni Holanda |
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Chega a hora da Stereovitrola, um dos shows mais aguardados da noite. O público cada vez maior vibra com cada um dos acordes certeiros do vocalista, guitarrista e compositor Ruan Patrick, que justifica os anseios do público com um repertório de canções novas, aperetivos para o próximo EP da banda que deve surgir em 2012.
o show termina com a psicodelia viajante da música “Canção para Sid Barret”, que justifica a homenagem ao lendário ex-Pink Floyd com a exacerbação fatal da lisergia nos samples e no teclado. É a Stereo mostrando mais uma vez que sabe aonde pisa.
Texto: Raoni Holanda
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Segunda banda no palco: a Genezis traz consigo a tranquilidade e os bons ventos para elevar o IV Festival Quebramar a novos patamares. O som dos caras lembra alguns bons momentos do britpop do começo da última década unido a um forte apelo cristão. Com uma cozinha competente, riffs agradáveis e refrões chamativos, a banda é uma boa alternativa para quem quer dançar, se divertir e ficar “de boa”! Ao final do show, o vocalista e baixista Augusto Máximo agradece pelo espaço e pela oportunidade, precisa não cara, vocês fizeram por merecer! Texto: Raoni Holanda |
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Rodada instrumental marca o 3º dia do Festival Quebramar |
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A IV edição do Festival Quebramar levou na noite de quinta-feira (8) para os macapaenses o melhor da arte que alterna sons e silêncios, mas com um detalhe: a total ausência de vocais humanos, onde todos os timbres e tons foram puxados exclusivamente por instrumentos musicais.
Para começar a noite, o projeto Guitarras no Meio do Mundo, existente há aproximadamente um ano em Macapá proporcionou aos presentes entrar no mundo dos acordes, riffs, pesos e melodias, passando por estilos que vão desde a bossa nova, passando pelas guitarradas até ao puro rock and roll. De acordo com o articulador Cleverson Baía, a proposta é unir a paixão que os músicos possuem pelo instrumento e ao mesmo tempo, divagar o instrumento e confraternizar a paixão musical.
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Teatro tomou conta do segundo dia do Quebramar 2011 |
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As artes cênicas, que pela primeira vez foi integrada a programação do Festival Quebramar, apresentou ao público três espetáculos teatrais, a apresentação do Palco Fora do Eixo (frente voltada ao segmento no Circuito Fora do Eixo) e o lançamento do livro "As artes cênicas no Amapá", do professor e doutor Romualdo Palhano.
Quem deu início a programação do dia foi Diego Batista, do Coletivo Difusão de Manaus e frente do Palco FDE. Ele apresentou de que forma o circuito vem desenvolvendo suas ações voltadas a arte, apresentando números, encontros e eventos que buscam um novo modelo de produção teatral no Brasil.
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